terça-feira, 6 de outubro de 2015

A PRIMEIRA VEZ

A PRIMEIRA VEZ

 

Um olhar quase ingênuo, despretensioso...

O flerte penetrante, sorrisos, manifestos,

Corações palpitantes na dança dos gestos;

No delírio dos olhares um sonho sequioso.

 

Corpos que se achegam apaixonadamente

Pelas mãos que se entrelaçam com ternura,

Olhares  que se confessam com a brandura

Do tímido abraço no toque adolescente.

 

Ficar somente não satisfaz as calorosas

Gulas que entorpecem, refertas de paixão...

Sequiosos se esfregam, se entregam na fusão,

Nus, se completam nas delícias voluptuosas.

 


egê Valadares- SP

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