quinta-feira, 14 de maio de 2015

POR ONDE ANDAS?

POR ONDE ANDAS?
Por onde andas que nunca mais te vi, mulher?
Se estás perto ou distante, não importa!
 Responde-me,  que baterei em tua porta,
 Pois notícias não mandaste uma vez sequer!

Sustentaste-me no deleite de te amar,
Houve um êxtase, um amor e um encanto,
Mas deixaste desmanchar-me em pranto,
Partiste e nunca mais pude eu te beijar.

Entregavas-me perfumados com afeto
 Teus lábios orvalhados de paixões ardentes
Na calada das noites memoráveis e quentes,
Lembranças que da memória jamais deleto.

Permite-me dizer com carinho e doçura:
Tivemos vinhos e degustamos forte paixão,
Levava-te rosas, um maço em cada mão...
Ainda te amo ao extremo de minha loucura.


De egê-sp – do livro poeira e flor vol IV

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