quinta-feira, 23 de abril de 2015

VERSOS DE GUARDANAPO

VERSOS DE GUARDANAPO
Dedico estes versos a Ronaldo Góes
O nosso Poetamineiro.

Cadeira cativa em um certo botequim,
Lembranças de um tempo em cada canto ...
A nostalgia dum longínquo desencanto,
Um resto de passado grudado em mim.

Tento desprezar essa mordaz saudade
Que insiste em meu peito fazer morada                                                
Junto a minh’alma que trago mutilada,
Comigo rondando pelos bares da cidade.

De gole em gole, bebo pra não lembrar.
Viro palhaço que bebe e entontece,
Pedaço de segredo que se esquece,
Escrito no guardanapo de um bar.

Egê- sp


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