quinta-feira, 9 de abril de 2015

MESMO ASSIM

MESMO ASSIM
Quando sorris da dor em teu coração inciso,
E das chamas da paixão em cinzas de melancolia,
Da tua esperança finda em úmida enxovia,,
Ficando a delirar num misto de pranto e riso!
"Trazes no rosto a fuligem do sal chorado",
Marcas profundas de tempos de desilusões
Do ciclo incompleto de matizadas estações,
Perdidas nos findos anos, bons tempos dourados.
Quanto arrancaste dos homens suspiros selvagens,
Com teu charme e beleza a todos enlouquecias!
Depois?! Depois aos medeixes, de todos esquecias,
E agora vês na moldura apenas simples miragens.
Mesmo assim, entre realidade e quimera;
Quando ninguém mais aceitar tua loucura
Este louco que te implora com tal ternura,
Sempre estará, muito louco, a tua espera
Egê-sp

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