sexta-feira, 3 de abril de 2015

ÉBRIO DE CIÚMES

ÉBRIO DE CIÚMES

Toma juizo, *ó dor maldita*, e te abrandes
Em meu peito túrgido de agonia e fel!
Não sabia eu que amar assim fosse tão cruel,
Nem os golpes de um ciúme fossem tão grandes.

Em nosso melhor momento claramente ouvi
Balbuciares  de alguém o nome sem querer,
Depois tentaste  de mim, em vão me esconder
 O nome tatuado desse alguém que conheci.

Ah, como doeu!
Sofro! E o silêncio é meu único confidente
Na mordaça que me impede da alma o grito!                                  
É uma paixão a aliciar  um coração aflito,
Sufocando quem de ciúmes vive  dolente.

Amei-te tanto! ...
Ah quem me dera fosse amado assim também !
Apenas sonhos! Doses de ilusão que consumi !
Embriaguei-me,. e como ébrio eu me perdi...
O instinto manda que eu não ame mais ninguém.

De egê- sp

*ó dor maldita.* referência a própria pessoa com quem falo

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