terça-feira, 30 de setembro de 2014

INCAPAZ DE AMAR

INCAPAZ DE AMAR.

Foste de um breve brilho, cadente estrela
Que ateou-me fráguas em meu coração,
Nidificou em minh’alma morada então,
Depois te foste como chegaste, tão bela.

Eras um falso bem que conquistei na vida,
Na vã espera vivi, de ser uma vez feliz,
Pensei que eras mas não foste, o que eu sempre quis,
 Nas entranhas dilacerando-me u’a ferida.

Feriste-me com amor, doce amor que desfeito
Em cinzas, em amargura mo transformaste,
De pedra bate-me um coração frio no peito.

Mudei com as circustâncias e não notaste,
Amor perdido e que jamais será refeito!
Amei-te muito, mas sei que jamais me amaste.

De egê- sp

Do livro poeira e flor vol III

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