quinta-feira, 7 de agosto de 2014

FRUTO DO MATO

FRUTO DO MATO.
ofereço ao meu irmão Afonso este singelo poema.

Fulvos campos de doçura sem igual,
Que não se degusta em outro lugar,
Nas encostas das veredas o ingá,
A cagaita perfumando o matagal.

Marmelos, os cajus e os muricis,
Sangue de cristo, panãs e araçás,
Guabirobas, amoras e os jatobás,
Pitangas, araticuns e os piquis!

Pitombas, Jenipapos e mangabas,
Mamão do mato, e os gravatás ,
Deliciosas  e doces jabuticabas.

Eu fui menino... que saudade de lá!
Entre espinhos, doces moranguinhos
No chão caíam, à gula do meu olhar.

de egê – SP.


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