quinta-feira, 31 de julho de 2014

MULHER!...

Mulher!

Ah! Se ao menos tua boca beijar pudera,          *****
Teus belos lábios com desriso de branduras,
Amarga e cruel razão de minhas loucuras,
julguei que me amavas e tal não era

Desfaço-me das doces palavras belas
que há tanto para ti, vezes eu escrevi,
Dispo-me destas paixões que tanto já senti,
Descritas nestas páginas já amarelas.

Rasgo-as, sem escrúpulos, talvez em vão,
Meu amor por ti há muito se desgastou,
Arestas não aparadas, resquício que ficou
Em nossa vida a dois, dupla desilusão.


Trecho do poema Mulher.

De egê – SP
do livro poeira e flor vol II

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