terça-feira, 10 de junho de 2014

PERDOAR-TE, É O QUE POSSO

PERDOAR-TE, É O QUE POSSO

Nessas gotas de lágrimas por mim choradas,
Quantos versos de amor escritos em vão, 
Orvalhadas rosas de véspera apanhadas,
 A ti entreguei com meus gestos de paixão?!

Amei-te tanto, que te implorava em pranto,
A teus pés, ajoelhado, muitas vezes eu chorei,
Com teu disfarce, em risos de mim zombavas,
Desiluso, até que um dia, de ti, me desgarrei.

Teu gesto,amarga razão do meu desalento,
Comentavas que me amavas e nunca mo dizias,
Queres hoje me dizer e tão longe te encontras!
Eu aqui, sem saber o que fazer desta agonia!

Poemas que faço, versos que nunca te direi
Eu os guardo, e quem sabe, um dia publicarei
A imortalizar teu nome em tudo que escrevo;
Exaltando-te, mesmo sem teu amor com que sonhei.


De egê – SP

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