segunda-feira, 26 de maio de 2014

INSEGURANÇA

INSEGURANÇA
Dalva Figueredo de Oliveira
No devaneio incessante,
Olhando a vida passar,
Desdenham aqueles que outrora
Permaneceram de fora,
Cedendo a outro o lugar.
Passam minutos e horas...
Dias,meses.anos..., afora,
o conta gota da vida
Pinga a omissão escondida
Que dentro todos mora.
São pedaços de incertezas
Que ficam dentro da gente,
Impedindo as decisões
Pressionando as visões
Tornando a vida descrente.
Acinzentando o horizonte,
Empoeirando a estrada,
Vai colocando barreiras,
Levando pra vida inteira,
Dando a sensação do "nada".
E paira na encruzilhada...
Trava os pés,mente balança...
A indecisão aflora.
e o momento é agora...
Batalha da insegurança.

Com todo prazer posto neste site este poema de minha sobrinha Dalva Figueiredo,
autora de outros iguais ou mais belos.

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