quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

AMOR DEMENTE...

AMOR DEMENTE

Se ao que busco saber, talvez se esconda
Recolhido e mudo, e sequer suspire!
Se o encontrar consiga na indevida fuga,
Este amor que tento rebuscar, se ire?!

Sequer o esforço de o buscar mereça,
Eu que de tanto o querer me espanto!
Me enlouqueço, me esqueço e calo 
Meu grito, sem conseguir conter o pranto.

Entreguei-me ao olhar seu de afeto,
Às cegas a revelar minhas loucuras,
Sinais que por certo eram de carência.

Estendem-se-me os braços de incertezas,
Na esquina das esperas que o rebusco,
Me enlaço em meu próprio abraço...é demência?

EGÊ / Sp.
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