terça-feira, 3 de dezembro de 2013

QUANDO O CALAR FOR UMA FUGA

  1. QUANDO O CALAR FOR A RESPOSTA.

    Se houver saudade não me darei por esquecido!
    O adeus talvez seja uma forma subtil de magoar,
    De ferir, de desprezar, sem no entanto declarar!
    Um jeito de disfarçar o quanto amar é dolorido?

    Não questionarei o motivo de teu decisivo adeus,
    Quando a necessidade de silenciar a fuga invoca,
    Quando o diálogo não desfaz o grito sufocante,...
    Quando o partir é indiferente a dor que me sufoca.

    Não te restarão lembranças dos dias convividos
    Nem um franzino punhado de nossa amizade...
    Uma nuvem branca que passou por minha vida,
    Calo-me nas poesias inundadas de saudade.

    De egê - do livro poeira e flor vol II

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