quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

NÃO É FÁCIL PERDOAR

  1. NÃO É FÁCIL PERDOAR

    Sinto o bater de asas descompassadas
    Na calmaria de meu sôfrego coração;
    Mortas saudades despertando dos lençóis,
    Velhas lembranças recordando uma paixão.

    Há uma canção despertando em minha alma,
    Há um quê de luz tremulando em meus rosto,
    Um sorriso dependurado na parede......
    Do retrato de quem me fez tanto desgosto.

    Ao rugir dos ventos abre-se a velha porta,
    Adentrando em silêncio e bem devagar,
    Aquela mulher que por quem tanto sofri,
    Correu pra mim, em prantos a me abraçar.
  2. DO LIVRO POEIRA E FLOR VOL II

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