sexta-feira, 8 de novembro de 2013

SAUDOSA DONZELA

SAUDOSA DONZELA.

Num dos pilares da ponte onde eu morava,
Sobre o rio de cachoeiras borbulhantes,
Escrevi um poema à minha doce amada,
Na mocidade de meus anos tão distantes.

Amei-a, como jamais alguém amou na vida,
Juras trocamos ,aos beijos, sob claros luares!
Em nosso silêncio, dissemos coisas infinitas,
Bonitas! À luz da paixão em nossos olhares.

Quando tristemente ao partir, voltar jurei!
Décadas se passaram e ela se foi... saudades!
Saudosa Mulher, por que tão cedo me deixou?

Neste soneto, solitário, sua falta eu sinto,
Em que caminhos deixarei meus rastros,
Neste ostracismo, eu a que chorar estou?!


Do livro poeira e flor vol II

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