domingo, 10 de novembro de 2013

LABIRINTO MEU ESCURO

LABIRINTO MEU ESCURO

Ah, como me toca esse teu sorriso brando,
Me delicio com teu jeito de me olhar,
Buscando em mim decifrar o que eu possa,
O que eu penso, o quanto podes me amar...

Algo  me impede de tentar mais uma vez,
De envolver-me nesse clima de aventuras!
Talvez as mágoas ainda sejam meus motivos;
Réu confesso de minhas próprias amarguras.

Dá-me um tempo, quero me sentir seguro;
De que mais uma vez não me arrependa,
 Não fecundar novas searas sobre muro.

Talvez em mim descubras um ser maduro,
Talvez carente, rebuscando a própria luz,
Que se apagou ao labirinto do meu escuro!

Do livro poeira e flor vol II


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