sábado, 9 de novembro de 2013

À MINHA MUSA DISTANTE

A MINHA MUSA DISTANTE

Repouso os olhos no longe da imaginação,
Mesmo assim eu trago um coração que ama!
Se o que me disseste sentir, foi grande paixão,
Reencontrar-te-ei, ao lenho a crepitar a chama!

Desejos! Mas nos perdemos do que era nosso!
Talvez medo, cada um partiu para algum lugar!
Sumiste! Sumi! Ah, quão me devagar magoaste,
A falar com as horas meus motivos de te amar!

Só, e longe de nossa terra que como eu deixaste,
Sonho, grafo nas cinzas de meus momentos a dor,
O amor me pediu que provar de seu néctar eu fosse...

Ébrio, então perdido nas sombras de tuas partidas,
Encontrei-te!  E a ti me dei, inebriado de paixão,  
Joguei-me a teus pés, ao teu grito da consumada posse.

Do livro poeira e flor vol II



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