terça-feira, 10 de setembro de 2013

SEM OPÇÃO

SEM OPÇAO

Finjo feliz meu sorriso de menino acanhado, de modos antigos...lá do oco do Mato Virgem, um capiau, meio atoleimado.  Trago comigo um sotaque roceiro, De passos macios, sem pressa pra chegar....
Menino feio,de torpes apelidos.. De feição matuta... parto de lua cheia...Serra da Tocais...filho do lugar, indouto poeta,,,encimesmado, as vezes cismado, quando nada responde aos meus anseios.
Sem motivo pra sonhar,
Sem uma mão pra segurar,
Sem perfume pra sentir,
Sem dores pra lamentar
Sem motivos pra sorrir,
Sem rastros pra seguir,
Sem ninguém pra me amar!

Hora de partir...já me vou!

Do livro poeira e flor vol II

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