quinta-feira, 5 de setembro de 2013

DORES DESIGUAIS

DORES DESIGUAIS

Temo pela dor de teus molhados olhos,
 Pela agrura que trazes em teu rosto,
Pelo brilho que falta em  teu sorriso,,
Deixando o teu mundo triste exposto.

O cheiro de dor sem teres a quem beijar,
Noites alvorecidas que aninham solidão,
Sonhos esquivos e o amanhecer disperso,
Timbre de desatinos nas teclas do coração.

Coisas!... tudo isso pelo que tens vivido;
Sofrido de dor por amares demais
Ou de desatinos por não seres amada
Coisas!... ambas doem...dores desiguais.

Do livro poeira e flor vol II


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