sexta-feira, 30 de agosto de 2013

AMARGURAS...

AMARGURAS
Em minha solidão ser minha própria fuga,  
E o silencio hasteia em cortina destecida...
Sobre travessias de meus cruéis momentos....
Cegam-me em meu cárcere, sem dar-me luz a vida!

Tateio as grades que me impedem o grito,
Num amargo engano de que tudo eu possa...
Passam-se as horas cravadas de demora ,
Ceifam –me a vida lentamente em mossas.

Dispersas vontades que lentamente morrem
Com vãs esperanças de alcançar os dias
Em que minha vida ganhe a liberdade...
E eu possa renascer à luz das poesias.

Do livro poeira e flor vol II



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