sábado, 8 de junho de 2013

AMOR PERDIDO

 AMOR PERDIDO

POR CAMINHOS OBSCUROS DE SOLIDÃO E CULPA ,
FUNDE-SE A SEU MUNDO O HÁBITO DA FUGA,
VAZIO QUE ÀS VEZES DISPENSA COMPANHIA...
AMOR DILUÍDO QUE O TEMPO NÃO ENXUGA .

ESCONDE-SE NA LACUNA DO TEMPO A DESORAS,
 NENHUMA LÁGRIMA LHE RESTA PRA CHORAR...
TRINANDO A ESMO  CANÇÕES JÁ ESQUECIDAS,
SEM SABER QUANTO DE SI PARA TRÁS DEIXAR.

AO COLO DO ACASO, AO OLHAR DE INCERTEZAS,
SEGUE MIGRANDO COMO AVE SEM NINHO,
TÃO POUCA ESTRADA PARA TANTAS BUSCAS,
TAMANHA FUGA PARA TÃO CURTO CAMINHO.

AMOU SEM LIMITES E SU’ALMA BEM SABE,
DÉCADAS FUNDIDAS, SONHO INTERROMPIDO...
PERDEU-SE NO AMOR POR SE DEMAIS DOAR,
PROFUSÃO DE DORES DE UM AMOR PERDIDO.

Do livro poeira e flor vol II



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