segunda-feira, 20 de maio de 2013

COGNITIVO DO AMOR


COGNITIVO DO AMOR

Quando o íntimo já não consegue a revelabilidade,
E  o véu do desconforto recair sobre os olhares
Com pálpebras cansadas...
Quando as mãos não alcançarem a sensibilidade dos anseios,
E a carência não se manifestar ...
Quando, a desoras, na lacuna dos afazeres  já não se invoca a sensualidade,
 e o grito substituir a razão...
Quando os suspiros não se sorverem,  como gotas de PAIXÃO,  nas madrugadas que acendem a impetuosidade do desejo, e os olhares se cruzarem apenas na casualidade...
Quando não mais houver a graça nos sorrisos e as confidências se calarem...Repensem!

Do livro poeira e Flor  vol II


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