terça-feira, 30 de abril de 2013

SER POETA...


SER POETA...

Há-se de ser como sonham os poetas...
Buscam na rima o que há de mais belo,
Reinventam palavras, frases de efeito,
Erigem na poética seu próprio castelo.

Coração de poeta, refúgio de sonhos
Em que se cultivam seus sentimentos...
Férvidos explodem eloquentes poemas                      
 Deslumbram o divino em doces momentos

Molduram emoções, esculpem retratos,
Flambam seus egos, regurgitam suas dores...
Encontram a Musa de doçura sonhada,
E versejam canções por outros amores.

Ressumam ternura na deiscência da alma
Expõem-se aos olhos de críticas severas...
Sentimentos oblíquos na linha do tempo,
Destelos outonais de folhas de “eras”.

Convertem em fonte emoções que suspiram,
Saciando anseios... correntes de inspiração
Sem a Musa não há sonetos e nem poemas,
Sem inspiração não há poeta e nem canção.

Do livro poeira e flor vol II

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