sábado, 24 de novembro de 2012

À JOVEM VIUVA!...quantos sinais...


À JOVEM VIÚVA

Quantos sinais de uma   ausência eu vejo
Na perda de um amor que se foi tão cedo,
Um elo partido de um caminhar a dois
Em  confidência de pessoais segredos.

Restou a saudade de doloridos acenos,
Dóceis palavras em cruel despedida...
A desoras, sem demora, despediu-se ele
Foi-se tão cedo o amor de efêmera vida.

Na viuvez deste episódio, as cicatrizes
Em doces versos foram imortalizadas...
A poetisa chora o vivenciado amor,
Marcas profundas na alma deixadas.

Quanta agrura  nesses  seu olhar
Sem palavras, ternuras de um amor sem fim...
Partir sabendo que foi tão amado...
Ah como eu queria ser amado assim!...

do livro poeira e Flor vol II

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