quarta-feira, 25 de abril de 2012

PRAZER E DOR...se me calo, consinto


Se me calo, consinto...
e meu grito é quase silêncio... que ofega!
Se há o grito, é ínfimo o prazer... calo-me
No gozo...numa dor que apetece!
Não há, sem gemidos, essa tal dor...
É do íntimo a dor que me enlouquece.

Se me achego, me entrego...
Num “doar-me” quase mágico...que enlaça!
Se há magia, e é ledo o encanto... prendo-te
Na minha dança...tocando-te a cada suspiro meu!
Não há, sem o prazer, esse tal suspiro...
 Se for de prazer esse delírio... esses gestos teus.


escrito e registrado em maio de 2007 do livro

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