sexta-feira, 30 de setembro de 2011

LULA E O CORONÉ CASSIANOuma praça...- tava lá o Lula n

Tava lá o Lula numa praça de Exu, discursando na eloqüência de um verdadeiro sindicalista petista, mas monitorado por um bando de dedo duro. O povo não parava de se aglomerar ao redor daquele barbudinho feio, vindo de São Paulo para tumultuar o sossego dos coronéis de língua afiada e prontos para o ataque com seus dentes afiados. Eram aqueles, velhos coronéis que adquiriam seus títulos em troca de favores políticos na região dos bravos, Nordeste. Tava lá de olho o Coroné Cassiano, de braços com sua patroa Sevéria. Aplausos repicados balançavam o chão daquela praça e Lula, de comoção, só faltava trepar nos velhos telhados, metendo o cacete no militarismo que não tirava os pés de Brasilia. 
Impaciente e contra tudo aquilo, o coroné Cassiano berrou: Eu só queria que Deus do céu mandasse uma chuva bem grossa e se possível acompanhada de uma tempestade. Uma chuva que inundasse essa praça e matasse todos esses cornos afogados. Sevéria ao lado e mais que depressa beliscou o velho dizendo: Tu diz não home!!! Tu não sabe nadá!...

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