domingo, 7 de agosto de 2011

QUANDO...de tudo reclamavas...

Quando de tudo reclamavas solitária, olhando pela janela a nevasca que caia em tua vida, era eu aquele foguinho brando aquecendo os teus pés e teu coração!

Quando de todos a ausência sentias em teus momentos, era eu aquela brisa que suave soprava teus cabelos soltos e perfumados.

Quando toda a esperança se esgotava em teu silêncio, era eu aqueles raios dourados que rasgavam a escuridão, penetrando em tua janela alumiando o teu rosto bonito.

Quando aos prantos vagavas perdida pela vastidão, eu fui a tua luz e a tua estrada.

Quando caíste no labirinto de tuas desilusões, lá estava eu mostrando-te a saída.

Quando mergulhavas em tuas incertezas desmedidas e tresloucadas, quem, por certo odiavas, estendia-te as mãos ...era eu. 
   Coisas...Essas coisas que desafiam as nossas mentes a decifrá-las...Coisas que não aliviam, mas que machucam!...Que não curam.



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