quarta-feira, 27 de julho de 2011

MULHER...MULHER!...

Doce mulher que a ideia me intrigas, me levas a te entregar o meu mundo, sem receios, desnudo e sem pudor. Doce mulher que me abres com teus sorrisos, há quanto tempo trancada, a porta de meu paraíso, tão insosso incolor. Doce mulher, de voz acetinada, que murmura como brisa, tão macia; és doce, és fêmea e és mulher, és tudo que um homem quer; ao gozo levitar. Mulher...mulher...como podes tão ser linda, tu mulher!...



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