domingo, 3 de julho de 2011

CASAMENTO - UM MAL NEGÓCIO




Aquele namoro de jovem caipira já se havia transformado em noivado que já durava quase uma vida e nada do caboclo marcá a data pro casório, deixano a famia da noiva avexada. Bruno, matuto dali mesmo, andava incabrunhado com a sua situação financeira, pois  trabaiava na fazenda pro seu pai que num lhe dava um centavim siqué, num tinha como tratá de uma muié daquela. Ela, Florzina,fia de fazendero vizim nosso,  muié pra lá de bunita e muito das rica, sabia se apresentá como tár, deixano os caboclo tudim cum vontade de se casá. 
    Assim o sortudo que nunca conseguia comprá mais qui um par de butina e uma carça, ia impurrano com a barriga aquele casório, quando foi chamado pelo irmão da moça.          Queria ele uma sastisfação do noivo. Sem rodeios perguntou, quando iria se casá? Bruno mais qui depressa respondeu qui pra fazê mar negócio num precisava correria não. Foi uma confusão danada e na semana seguinte ela já tava de casamento marcado com outro caboclo mais veiaco e mais apressadim!


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