domingo, 5 de junho de 2011

PARTIDA

Se nas mãos trazes rosas orvalhadas
Que arrancaste da roseira mais florida,
Na memória tens lembranças perfumadas
Das promessas do instante da partida.

Um lenço branco acenavas na janela,
No momento mais dorido de minha vida.
Vi duas lágrimas gotejando de teus olhos,
Lavando o peso e a dor da despedida.

Sentado e triste eu fiquei na estação
No trem da tarde esperando-te voltar
O trem chegou mas tu não apareceste,
Ao meu silêncio decidi me abraçar.

Então meu mundo se tornou muito pequeno
E em meu peito não existe mais lugar...
Dói minha alma ressentida quase muda
Trancou-se a porta pra ninguém me visitar

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