quinta-feira, 9 de junho de 2011

A MENOR DE TODAS AS PALAVRAS.

Terra da arte, do fino paladar e comida bem temperada, do queijo cerrano e da melhor cachaça; foi aqui que nasci e aprendi a sutileza do falar sem escapar a eloquencia do coração.. Aqui eu aprendi a me calar diante do gorgear de um pássaro silvestre e pisar nas folhas secas sem o menor ruído, atrás de uma “nambu chitã”. Aqui eu aprendi a imitar o“pialo” de cada passaro selvagem e voar no zigue zague com as borboletas coloridas. Aqui eu aprendi a respeitar o silencio da natureza e o barulho de cada folha caindo no chão durante o inverno. Aqui eu aprendi a ouvir a natureza e a falar com o Divino. Por aqui é que eu tive os sinais de primeira grandeza; amar, amar, amar. Por aqui eu fiz as minhas primeiras juras,  mas foi por aqui que eu ainda menino derramei as minhas primeiras lágrimas POR AMOR. Foi por aqui, ainda menino que eu de camisa aberta e barriga de fora aprendi com a velocidade dos ventos a flutuar junto as nuvens de meus sonhos entre brancos chumaços de ilusões.
Foi por aqui que descobri o quanto é belo o voar as canções dos ventos  e o despertar de uma flor com os respingos de orvalhos! Mas foi por aqui, arrastando meus pés descalços na poeira dourada de minhs estradas boiadeiras que eu descobri a força da palavra Fé!...


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