domingo, 5 de junho de 2011

MEU PARDIM

Praias morenas de águas espraiadas, se dobram, se esticam e se comprimem procurando rumo; se abraçam, se ajeitam e se vão planicie a dentro, murmurejando seus momentos e seus destinos.
Em suas quedas, águas que se espadanam e se transformam e vão seguindo um leito e se abraçam ao estuário qaue tanto procura. Rio Pardim, águas de espumas laureadas e cheiro de lua cheia; laurel de minha aldeia que tanto mereceu. Quedas brancas que troam sua força e deliram a QUEDA. Cachoeiras de sonhos enriquecidas e contempladas despejam barulhentas suas ricas águas nos lhanos e areais. Passeam volumosas e cristalinas, serpenteando e murmurando saudades.Levitam saborosos sobre si os ares forasteiros no limiar de suas correntes. Impávidas investidas sobre negros granitos das escarpas e encostas. Meu Doce Pardim 

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